quarta-feira, 26 de março de 2014

Piti

   Hoje eu fiquei brava. Há que novidade. Como se isso não acontecesse todos os dias pelo menos uma vez, neh, Rox?
Mas dessa vez foi diferente. Eu fiquei brava no trabalho e dei piti. Justamente no último dia de trabalho antes das minhas primeiras férias em toda a minha vida profissional. Ontem eu estava bem mais entusiasmada com o fato que hoje -.-
  Enfim. Estava eu lá, no meu posto de trabalho, bonitinha e linda trabalhando (aham!) quando precisei levantar para atender determinada pessoa que queria solicitar coisas fora do horário de atendimento. Enquanto eu atendia uma, chegou outra, e mais outra. E haja paciência, pois TODOS CONHECEM O MALDITO HORÁRIO DE ATENDIMENTO.o.

   Pois bem, passado o movimento fora de hora, voltamos às nossas atividades administrativas internas.
Foi só sentar e contar cinco minutinhos pra aparecer em minha janela uma criatura fazendo psiu, acenando freneticamente e solicitando atendimento. Nessa hora eu senti o sangue subindo como o leite quando começa a ferver na leiteira ao fogo. Pra quê existe a P*iiiiiii do horário de atendimento, se é pra ficar indo o tempo todo atender gente que chega fora de hora mesmo sabendo qual é o horário de atendimento?
Lógico, assim como toda regra, existe pra ser desrespeitado! Eu só havia ficado brava uma vez, quando um indivíduo começou uma discussão comigo defendendo um ponto de vista totalmente ridículo e absurdo.
Parece que, aos poucos, as pessoas vão conseguindo destruir toda a estrutura da nossa personalidade. Mas isso não é necessariamente ruim. Pela segunda vez eu fiquei brava com alguém no trabalho. Eu reclamei, reclamei, fui grossa com a criatura da janela relembrando-a do horário de atendimento, reclamei e fiquei brava.
   O que teria acontecido se eu tivesse que atender àquela pessoa? Simples. Eu ia automaticamente colocar a máscara da simpatia incondicional após poucos segundos de conversa com a referida criatura.
Pois é. Eu tenho dó das pessoas. Não consigo maltratá-las, por mais que eu esteja dentro da MINHA RAZÃO (e eu estava!). Eis um dos defeitos que eu preciso abandonar. É o tipo de sapo que eu engulo e a Dona Gastrite reclama. A Dona Rinofaringite também costuma reagir muito mal quando eu faço isso.
(E por falar nela... -.-)

Por fim, fui salva de realizar o (mal)dito atendimento por uma alma caridosa que estava por perto. Eu venci.
Mais ou menos, mas venci o/. Apesar de tudo, eu reagi a algo que me desagradou. Ponto pra mim!

   Ainda me falta aprender a repreender as pessoas quando elas estão erradas, assim como reprimo a mim mesma, mesmo quando estou certa mas ajo contrariando meu coração.

  Quando eu era criança, me disseram que a gente não pode seguir o nosso coração.
Eu, uma criança inocente, não entendi nada daquilo, e eu pensava justamente o contrário. Na minha mente infantil, a gente tinha era mesmo que seguir sempre nosso coração. Engraçado esse fato. Hoje eu penso exatamente da mesma forma... As pessoas deixam de seguir seu coração porque muitas vezes é mais cômodo ficar na sua zona de conforto, mesmo que ela lhe faça infeliz. Eu mesma deixo de seguir meu coração muitas vezes pra não sair da MINHA zona de conforto, que é ser sempre a boazinha e amada por todos. Qual é o valor disso? As pessoas agem conforme lhes convém. Elas estão a seu favor ou contra você, dependendo dos objetivos que elas querem alcançar.

   Pensando bem, não é ruim ser bom e amado por todos. O mundo está se tornando cada dia mais egoísta. Cada um age de forma a correr atrás dos seus próprios interesses, pisando em quem estiver em seu caminho, seja amigo, irmão ou o diabo a quatro. O que significa que, se seu amiguinho precisar pisar na SUA CABEÇA pra conseguir o que ele quer, ele vai. A menos que seja um amigo verdadeiro, o que é muito raro. Mas continuando a minha linha de raciocínio anterior (xD), talvez tenha mais valor ser uma pessoa de difícil convivência, mas que realiza verdadeiras boas ações, como caridade e essas coisas...
Talvez não. Estou apenas divagando em meus pensamentos aqui, dá licença?! =P

   Eu ia dizer uma coisa muito legal pra concluir todo esse falatório. Mas infelizmente eu esqueci o que era. Então fiquem apenas com o meu seco "Tchau".

"Tchau!"




                                                    Uma foto minha tirada naquela hora. xD





domingo, 23 de março de 2014

terça-feira, 18 de março de 2014

Ser estranha

   É estranho.

  Me atrasei para sair quando o celular tocou. Fiquei conversando(ouvindo) os problemas da vida, enquanto corria de um lado a outro da casa, sem conseguir raciocinar direito o que eu estava procurando(era a chave!) Com muito custo descobri, corri escada acima, peguei o que precisava e saí, consolando a pobre alma que chorava dentro do meu celular.
  Cheguei no ponto de ônibus já passados alguns minutos da hora em que eu DEVERIA ESTAR LÁ. Ônibus demorou cerca de 20 minutos para passar, pois eu moro no meio do deserto, onde o transporte público quase não chega.
  Sou estranha. Porque ainda continuei esperando praticamente em casa mesmo quando já havia passado da hora de ESTAR no meu compromisso. Eu fiquei me perguntando o que eu estava fazendo ali. Enquanto o normal teria sido simplesmente nem sair de casa...

  Outro dia meu chefe riu do nome da minha account do Google. Ele me perguntou porquê eu tinha escolhido aquele nome e eu apenas respondi que estava sem criatividade na hora de escolher um nome para minha account no dia em que a criei. Foi uma resposta prática e verdadeira, em partes. Pois estranha eu já sou. Só faltou ser prateada. Mas talvez eu seja prateada por dentro. Ou talvez seja pretensão minha pensar isso. Sei lá.

  Teve também o dia em que alguém disse: "Senhora X vai comprar pizza, mas eu venho jantar com vocês".
E na hora de pedir a comida, eu escolhi, nós escolhemos e eu pensando que alguém comeria pizza na casa de Senhora X, mesmo depois de ter dito que viria jantar conosco(é, pode acontecer, neh? =P). Mais tarde alguém chegou, e nossa comida também chegou. Era bastante, é verdade. Daria para três comerem sossegados. Mas foi pedido para dois. Ficou ESTRANHO. Pareceu maldade da minha parte, mas não foi. Francamente, eu fico me perguntando, tem horas, por que faço certas coisas. E fico calada pois não tenho essa resposta.

  Algumas vezes eu fico achando que estou ficando simplesmente louca. E algumas vezes eu apenas acho que sou ESTRANHA(Prateada).

Este post terminaria aqui.

Foi então que perguntei a mim mesma:
"Mim mesma, qual é o problema em ser estranha?"

   E tal pergunta fez sentido pra mim. Por que eu tenho que ser normal? Por que tenho que ser igual a você?
Já não basta ter que usar as mesmas roupas, usar sapatos iguais ao de qualquer outra mulher, já que as lojas só vendem a merda da moda? Por quê eu tenho que ter cabelo liso, mesmo que a troco de ter que colocar uma substância cancerígena e insuportável como o inferno na minha cabeça? E minha saúde? Quem me ama, vai me amar menos se eu não usar isso? Quem me ama vai me amar menos se eu não andar na moda? Quem me ama vai me amar menos se eu for estranha?
Pois eu lhes digo uma coisa. Eles me amaram. Assim mesmo como eu sou. Porque, por pior que seja, eu sempre fui eu mesma. Bonita ou feia, era a minha cara lavada que eles estavam vendo. E eles me amaram do mesmo jeito.

   Eles foram família, amigos, parentes, namorados, pretendentes, admiradores. E alguns ainda são. Principalmente os da família.

   Então eu descobri uma coisa sobre a verdadeira Rox: Ela é estranha. E vai ter que aprender a lidar com isso. E vai ter que tirar o máximo proveito disso, já que ser estranho não é pra qualquer um.
Qualquer um é normal. Os estranhos são poucos.







Vamos todos ser estranhos! xD
Brincando. Quem é normal não pode. Só os estranhos podem ser estranhos ;)


domingo, 16 de março de 2014

Quando as pessoas se tornam filhas da P****

   "Oi, quando foi que você se tornou tão insuportável?"
É a pergunta que eu gostaria de fazer a certas pessoas, embora em alguns casos eu saiba muito bem quando isso aconteceu.

   Um belo dia, Pessoa resolveu reformar sua casa. Mexeu na casa toda, do piso ao telhado. Todo mundo sabe que reforma é sempre um transtorno. E em alguns casos, o tremor das marteladas dos pedreiros faz cair os quadros, azulejos e máscaras dos vizinhos. Marido, por exemplo, resolveu se incomodar só porque os vizinhos da casa de trás, cuja parede é colada à do nosso quarto, acharam que seria muito conveniente começar um martelaço em pleno domingo às 7 da manhã. Imagina, quem se incomodaria com isso? Existe coisa mais gostosa que acordar assustado às 7 da manhã com uma barulheira sem precedentes na parede do seu quarto, que te deixa morrendo de dor de cabeça pelo resto do único dia que você tem para descansar e poder acordar um pouco mais tarde? Claro que não.
   Assim também, os vizinhos de Pessoa se incomodaram porque Pessoa começou uma reforma. Até aí, tudo normal. Alguns vizinhos ficam chatos mesmo quando se começa uma reforma. Mas não os vizinhos de Pessoa. Estes eram o casal mais doce e amável que se conhecia pelas redondezas. A reforma de Pessoa acabou, vieram algumas chuvas e seus vizinhos reclamavam que as mechelanças nos telhados estavam ocasionando infiltrações. OK, Pessoa arrumou o telhado dos vizinhos. Choveu novamente, novos vazamentos e Pessoa continuava mandando arrumar o telhado alheio. Um belo dia, uma verdadeira tempestade, as casas ficaram ensopadas, enchentes, estabelecimentos foram por terra devido à violência daquela tempestade. Os vizinhos de Pessoa alegaram que a reforma do telhado era a culpada pela enxurrada que invadiu sua casa. Pessoa, como de costume, chamou os profissionais para consertar. Não foi suficiente. Os vizinhos começaram a dar piti, fizeram um verdadeiro escândalo, mandaram tudo à merda, convivência pacífica de anos. Se tornaram irreconhecíveis.
 
   É sempre nas situações mais extremas que podemos ver quem realmente são as pessoas. Ou parte delas.
   A veerdade é que, em maior ou menor grau, todos usamos máscaras. Alguns em momentos específicos, alguns o tempo todo. E existem muitos tipos de pessoas usando toda sorte de máscaras. Algumas usam uma máscara de silicone tão perfeita que você mal pode notar que aquilo não é verdadeiro. Essas são as que só se mostram em casos extremos como o de Pessoa.

        Pra quem gosta de ser o Mark Zuckerberg. Ele mesmo deve usar uma máscara de si próprio.


Tem algumas que usam uma máscara de papel amarrado com Lastex. É óbvio que a pessoa está se escondendo atrás de uma carinha feliz de palhaço, mas você não sabe exatamente o que há por trás da máscara (e a surpresa, às vezes, é de amargar x.x).


                       Como não achei uma máscara de palhaço, fiquem com essa de coelho mesmo u.ú.


Alguns usam a Máscara Carnavalesca, que é linda e sofisticada, mas no final é igual à máscara de papel. Só serve para esconder alguma coisa muito feia.



E por último, a máscara de papel machê. Ela é feia, fedida, mas esconde a verdade, para pessoas que não se importam em parecer melhores, apenas diferentes. Normalmente sem a máscara elas são quaaaase tão feias quanto a própria máscara.




   E, por fim, tem as pessoas que brigam usando máscaras de girafa.



                                                                             xD


No meu caso, quando uso máscara, é uma Máscara de Ferro.
E você?

sábado, 8 de março de 2014

Amizade

   Era uma vez, uma menina. Menina tinha um carinho muito grande por uma outra menina muito próxima a ela, que vou chamar aqui de Srta. Nelson Rubens. É, eu poderia chamá-la de tantas outras coisas. Pensei em Srta. Leão Lobo, Srta. Tv Fama, etc, afinal, todos tem um mesmo objetivo. Pois bem.
   Menina gostava muito da Srta. Nelson Rubens, e vice-versa. Menina contava tudo, absolutamente TUDO que acontecia a ela para Srta. Nelson Rubens. Menina era muito popular com os garotos, embora fosse comprometida. Mas Menina era fiel a seu relacionamento, apesar de seus conflitos e problemas, da constante luta para terminar este relacionamento e tudo o mais.
   Um belo dia, Menina descobriu que Srta. Nelson Rubens contava todos os seus segredos para as pessoas. E pior: além de contar, ainda aumentava, inventava, tirava suas próprias conclusões das coisas que Menina falava, distorcia as coisas que contava, coisas do tipo.
   Menina cometia erros, e Srta. Nelson Rubens agia sempre como se estivesse de acordo. Srta. Nelson Rubens nunca discordou de nada que Menina dizia. Nunca a aconselhou, nunca disse o que pensava. Apenas ouvia tudo que Menina contava, coletava informações, fazia perguntas e tudo, pra depois divulgar aos outros. Menina, além de ter ficado muito triste e desiludida com a atitude de sua amiga em quem ela mais confiava na vida, ainda sofreu muito pelo julgamento das pessoas que souberam das coisas que Srta. Nelson Rubens falava a seu respeito.

   Mas menina é muito grata a Srta. Nelson Rubens, pois ela ensinou uma das lições mais valiosas que Menina aprendeu na vida:
  Amizade verdadeira é uma coisa rara, MUITO rara. Não é porque você conhece uma pessoa a tantos anos, ou porque ela é da sua família, ou porque você conhece toda a família dessa pessoa, nem mesmo porque vocês gostam muito um do outro, que essa pessoa simplesmente é sua amiga.

A M I Z A D E

O que pensar sobre ela?
   Eu costumo dizer que a amizade é um sentimento. Não é simplesmente forçar uma convivência com alguém que você escolheu. Comigo é assim que funciona. Amigo é como namorado (a) . A amizade é uma coisa que acontece. E pra se realizar precisa ser recíproca. Ela não precisa ser fiel a uma única pessoa. Mas os amigos precisam ser fiéis entre si.
  Algumas pessoas você gostaria que fossem suas amigas, mas elas não pensam dessa forma. Você gostaria de estar por perto, ouvir e ajudar essa pessoa quando ela precisasse, mas ela simplesmente corre para outros ombros e ouvidos, e você fica sem entender porque tal pessoa rejeita sua amizade. Vou esclarecer este dilema para você, pequeno gafanhoto. Ela simplesmente não te considera como um amigo. Ela não sente isso no coração dela. Amizade é isso. Ela está no coração. Não é como as pessoas pensam.
  Algumas vezes, pessoas te consideram aquele amigo incrível, invencível, mas pra você, pff. Aquela pessoa não significa nada.


amizade 
a.mi.za.de 
sf (lat amicitate1 Sentimento de amigo; afeto que liga as pessoas. 2Reciprocidade de afeto. 3 Benevolência. 4 Amor. Antôn: inimizade, ódio, oposição.


   Aí você pensa que tem um grande amigo e derrepente aquela pessoa não era nada do que você esperava.
   Eu estava me indagando, depois de me decepcionar grandemente com duas pessoas que eu acreditava serem amigos muito legais... Eu te desafio a advinhar que ferramenta da vida moderna fez a "máscara" dessas pessoas caírem!
   Quem respondeu "Internet" acertou e pode vir retirar seu prêmio de um milhão de segunda à sexta em horário comercial!
   Pois é. Posso dizer que a Internet acabou com duas amizades minhas de longa data... Mas eu estaria mentindo se dissesse isso.
   Não foi a Internet, coitada. Ela ainda me fez um favor. O problema é que as pessoas usam máscaras (e eu, a m#rda da expectativa -.-). Eu ainda estou pensando se não é muita petulância, muita chatisse minha deixar de considerar tais pessoas como amigos só porque eles se revelaram diferentes do que eu achava... Estou meio confusa ... Mas aí entra outro dos meus princípios: Quando alguém é realmente um amigo, esse alguém não deixa de ser amigo por razões tão banais. Se eu for pensar por este lado, nunca fui amiga dessas pessoas, apenas elas que foram amigas minhas, o que não configura uma amizade como deve ser.
    Mas por outro lado, as pessoas não são lixo, que se joga de lado assim, com tanta facilidade.
    Porém não concordo com amizades chatas, tipo aqueles amigos que ficam se zuando, fazendo brincadeiras irritantes e de mal gosto, etc... E dizem que isso é que é amizade verdadeira. Não concordo!
Um bom amigo tem que dizer as verdades na sua cara, tem que falar coisas engraçadas, rir e chorar com você. Não ferrar com a sua vida. Isso já tem os inimigos e recalcados que fazem de graça, e você nem precisa rir pra eles depois.

   Sim, sou chata!

  Nesse caso, não preciso da amizade ruim e irritante de vocês, Tuxedo Masks Cibernéticos!



                                                                      Tuxedo Mask.

 
*Aprender a vomitar as pessoas que me "descem quadradas" (Não, eu não bebo! Detesto cerveja e gente bêbada u.ú)



quinta-feira, 6 de março de 2014

O Impossível

     É só questão de opinião. Como já dizia o poeta.
Engraçado como as pessoas vivem uma realidade cinza. Riem de coisas bestas, acreditam em mentiras absurdas e duvidam de verdades óbvias.

  Ok, algumas verdades não são tão simples assim de se acreditar.
Mas e a magia da vida? Não está em fazer o impossível acontecer? Pois bem. Pessoas cinzas duvidaram e riram quando eu disse que consegui comprar um terreno e começar a construir uma casa com um salário de R$350,00 mensais. Claro que, nas mentes medíocres delas não passou o tempo que eu devo ter ficado juntando dinheiro, nem se eu estava sozinha ou se alguém participava do planejamento comigo. E também me pareceu ser muito negativo aos olhos das pessoas cinzas o fato de que nessa época eu não tinha despesas, então tinha quase total liberdade para guardar/gastar meu dinheiro como eu preferisse.

  As pessoas cinzas riam e diziam que eu só conseguiria comprar uma casa de bonecas e olhe lá, com os recursos que eu dizia ter.
Como são chatas as pessoas cinzas! Chatas como moedas. Moedas são chatas e também são cinzas! Veja que grande coincidência! Eu poderia juntá-las e com elas comprar um salgado quando estivesse com fome.
Mas como em meu estômago mora a Dona Gastrite, então o salgado cairia mal e eu ficaria com uma grande dor de estômago/indigestão/indisposição estomacal, etc.
Essas coisas só me fazem chegar à conclusão de que as pessoas cinzas não servem pra nada. Você junta um monte delas e só consegue coisas fajutas e baratas. Coisas sem qualidade. E de coisas sem qualidade eu estou farta. E muito. Quisera eu poder trocar as moedas por notas de maior valor, mas infelizmente a vida não funciona dessa forma. Então eu sorrio, sou delicada e uma verdadeira princesa, tratando como ouro moedas de lata. Tudo por educação. Vou repetir aqui: Não é questão de ser falsa. Mas sim por questão de EDUCAÇÂO.
 
   Quem me conhece verdadeiramente sabe que eu sou rude, curta e grossa, mas amo quem amo descaradamente. Então, recado à quem não é: Se eu preciso usar de delicadeza e educação com você, significa que... Não Significa NADA! Você não significa NADA pra mim. Não estou me referindo a você, caro leitor. Mas sim às pessoas cinzas. Isso também pode significar que eu não conheço o suficiente uma pessoa pra saber se ela é uma pessoa cinza ou se está preparada para lidar "comigo".

  Como eu disse ainda hoje, pessoas frustradas precisam diminuir o sucesso alheio para se sentirem menos diminuídas.

   Mas, cá entre nós, eu gostaria de mandar as pessoas cinzas à puta que as pariu.



terça-feira, 4 de março de 2014